Nisso chegou um comerciante muito rico da cidade e doou uma importância muito elevada em peças de prata e ouro que era a moeda daquela época.
Ao doar para o monge chefe, o monge ficou em silêncio quando recebeu aquela doação pomposa da mesma forma que ele ficou em silêncio com todas as outras doações mais humildes e simples que vieram do povo.
No entanto esse doador ficou indignado que quando ele deu aquela fortuna para o monge, ele nem agradeceu e aí o homem insistiu:
— Mas o meu senhor você está vendo que estou fazendo uma doação muito frutuosa, que eu sou um comerciante muito rico e estou contribuindo com uma parte muito pomposa?
O monge respondeu:
— Tudo bem!
E ele insiste que o monge não agradecia ficando indignado, tá vendo que estou dando uma doação muito alta? Ainda não se conteve e falou assim, o senhor vai agradecer?
O monge respondeu:
— Não meu senhor quem doa é que deve agradecer.
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Considerações finais:
Veja o pensamento budista “quem doa é que deve agradecer”, porque na visão budista, se você é um indivíduo que têm condições financeiras, então você tem que agradecer a vida por estar nestas boas condições e por poder doar, contribuir generosamente com os necessitados e menos favorecidos.
Créditos:
Imagem de Tania Delongchamp por Pixabay
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