História zen sobre solidariedade


Solidariedade

Um monge estava fazendo uma campanha para a construção de um templo de uma determinada cidade, todas as pessoas budistas religiosa chegavam com a sua doação e entregava ao mosteiro.

Nisso chegou um comerciante muito rico da cidade e doou uma importância muito elevada em peças de prata e ouro que era a moeda daquela época.

Ao doar para o monge chefe, o monge ficou em silêncio quando recebeu aquela doação pomposa da mesma forma que ele ficou em silêncio com todas as outras doações mais humildes e simples que vieram do povo. 

No entanto esse doador ficou indignado que quando ele deu aquela fortuna para o monge, ele nem agradeceu e aí o homem insistiu:

— Mas o meu senhor você está vendo que estou fazendo uma doação muito frutuosa, que eu sou um comerciante muito rico e estou contribuindo com uma parte muito pomposa?

O monge respondeu: 
— Tudo bem!

E ele insiste que o monge não agradecia ficando indignado, tá vendo que estou dando uma doação muito alta? Ainda não se conteve e falou assim, o senhor vai agradecer? 

O monge respondeu: 
— Não meu senhor quem doa é que deve agradecer.

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Considerações finais:

Veja o pensamento budista “quem doa é que deve agradecer”, porque na visão budista, se você é um indivíduo que têm condições financeiras, então você tem que agradecer a vida por estar nestas boas condições e por poder doar, contribuir generosamente com os necessitados e menos favorecidos.

Créditos:

Imagem de Tania Delongchamp por Pixabay

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Raphael Brabec

A necessidade de entender a vida e os mistérios que transcendem a matéria, despertaram Raphael Brabec para a sua busca. Iniciando uma jornada interior do 'Ser'. Designer por formação, hoje ele utiliza essa ferramenta a favor da espiritualidade, buscando cada vez mais ajudar as pessoas a encontrarem o equilíbrio do corpo, mente e espírito.

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